sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Campo Crescente

Após umas boas horas na sala de embarque do Afonso Pena, lendo uma recém-comprada ediçäo de Fábulos de Esopo, embarquei enganadamente rumo a Campo Grande. O horàrio de saída era 18:15, o de chegada 18:45..o que significava uma hora e meia de voo, já que tem o fuso. Foi uma hora a mais de Simpsons no iPod.

Campo Grande è uma capital muito acolhedora. Tem aquele ar acolhedor típico das cidades pequenas: bares com cover de sertanejo no teclado, gente que te dá boa noite e te oferece um cafezinho.

Segundo meus ciccerones, a cidade está em plena expansäo. Tem obra para todos os lado e Campo Grande vai, aos poucos, se verticalizando. Ali também fica a segundfa maior resreva natural em área urbana do mundo, perdendo apenas para o Central Park. Confesso que é grande pra caralho.

Tanto que a sede do governo, os gabinetes e etceteras säo no interior dessa mata rodeados de verde e com placas alertando: Quem voa é passarinho, dirija devagar. Respeite nossos animais.

Segundo me contaram é bastante comum alguém transformar um quati em tapete.

Na quinta-feira logo cedo, embarcava rumo a Corumbá, seis horas de viagem pelo Pantanal, com direito a ver tucano voando. Dali eu atravessaria rumo a Quijarro...

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